Ranking por evidência
Métodos de treino avaliados pela evidência
Técnicas e formatos populares, do drop set à zona 2. Cada página diz o que eles realmente acrescentam, para quem e quando não vale a pena.
- Pliometria (treino de saltos) Evidência forte
A pliometria usa saltos e rebotes rápidos para treinar a potência explosiva.
- Treino com restrição de fluxo sanguíneo (BFR / oclusão vascular) Evidência forte
O treino com BFR usa um manguito no braço ou na coxa para restringir parcialmente o fluxo de sangue enquanto você levanta cargas leves.
- Treino intervalado de alta intensidade (HIIT) Evidência forte
O HIIT alterna esforços curtos e intensos com recuperação.
- Treino intervalado de sprints (SIT) Evidência forte
O treino intervalado de sprints usa esforços curtos no máximo, normalmente de 20–30 s, separados por recuperação leve.
- Bi-set (superséries) Evidência moderada
No bi-set você faz dois exercícios em sequência, com pouco ou nenhum descanso entre eles.
- Calistenia (treino com peso corporal) Evidência moderada
O treino com peso corporal constrói músculo e força quando o exercício é difícil o bastante: flexões com carga equivalente ao supino fizeram o peitoral crescer mais ou menos tanto quanto o supino.
- Cluster set (série fracionada) Evidência moderada
No cluster set você divide a série em pequenos blocos de repetições com descansos curtos entre eles (por exemplo, 2 repetições, 20 s de descanso, e repete).
- Drop set Evidência moderada
No drop set você leva a série até a falha, reduz a carga na hora e continua.
- Elásticos (treino com faixas elásticas) Evidência moderada
Treinar com elásticos desenvolve força mais ou menos tão bem quanto máquinas e halteres quando o esforço é igual.
- Imersão em água fria (banho de gelo) Evidência moderada
Um banho de gelo depois de um treino pesado reduz a dor muscular e ajuda a potência e a sensação de recuperação a voltarem até o dia seguinte.
- Periodização Evidência moderada
Periodizar é planejar como a carga e o volume mudam ao longo das semanas em vez de repetir sempre o mesmo treino.
- Rolo de liberação (foam roller) Evidência moderada
O rolo de liberação aumenta por pouco tempo a amplitude de movimento, mais ou menos tanto quanto o alongamento, e reduz um pouco a dor muscular depois de treinos pesados.
- Tabata (20 s de esforço, 10 s de pausa) Evidência moderada
O protocolo Tabata original são oito esforços máximos de 20 segundos com 10 segundos de pausa, e num pequeno estudo de 1996 ele aumentou a capacidade aeróbica e a anaeróbica com quatro minutos de trabalho.
- Treino baseado em velocidade (VBT) Evidência moderada
O treino baseado em velocidade usa um aparelho para medir a velocidade da barra e ajustar a carga ou encerrar a série quando a velocidade cai um tanto definido.
- Treino com kettlebell Evidência moderada
O treino com kettlebell, principalmente swing, agachamento goblet e desenvolvimento, melhora a força e o salto em estudos curtos.
- Treino em circuito Evidência moderada
No treino em circuito você passa de um exercício de musculação para o próximo com pouco descanso.
- Treino funcional de alta intensidade (HIFT) Evidência moderada
O treino funcional de alta intensidade mistura levantamentos, ginástica e condicionamento em treinos rápidos e variados.
- Treino isométrico Evidência moderada
No treino isométrico você empurra ou sustenta uma resistência sem se mover, como na cadeirinha na parede ou numa pausa sustentada.
- Alongamento estático antes do treino Evidência limitada
Manter alongamentos estáticos longos logo antes de treinar força ou fazer sprints reduz um pouco a força e a potência, e não mostrou prevenir lesões.
- German Volume Training (10 × 10) Evidência limitada
O German Volume Training (GVT) consiste em 10 séries de 10 repetições do mesmo exercício.
- Massagem percussiva (pistola de massagem) Evidência limitada
A pistola de massagem pode aumentar a amplitude de movimento por pouco tempo sem tirar força, mas não acelera de forma confiável a recuperação da força nem reduz a dor muscular, e usada no aquecimento pode piorar um pouco o salto e o sprint.
- Pilates Evidência limitada
O pilates melhora a flexibilidade e dá um pequeno empurrão no condicionamento aeróbico, mas não desenvolve força nem muda a composição corporal melhor do que outros exercícios.
- Pirâmide (séries em pirâmide) Evidência limitada
Na pirâmide você muda a carga a cada série, normalmente subindo o peso e baixando as repetições (15, 12, 10, 8, 6).
- Recuperação ativa e volta à calma Evidência limitada
Exercício leve depois do treino ou nos dias de descanso remove o lactato do sangue mais rápido, mas isso não se traduz em melhor desempenho no dia seguinte nem em menos lesões.
- Rest-pause (incluindo myo-reps) Evidência limitada
No rest-pause você leva a série perto da falha, descansa de 15 a 30 segundos e tira mais algumas repetições, repetindo isso algumas vezes.
- Roupas de compressão Evidência limitada
Roupa de compressão não faz você correr mais rápido, e a meta-análise mais cuidadosa e recente mostrou que ela também não acelera a recuperação da força.
- Semana de deload (descarga) Evidência limitada
O deload é uma semana planejada mais leve, com menos volume ou esforço.
- Treino em jejum (aeróbico em jejum) Evidência limitada
Treinar de estômago vazio queima mais gordura durante a sessão, mas isso não se traduz em mais gordura perdida ao longo das semanas.
- Treino na Zona 2 Evidência limitada
Aeróbico leve e contínuo melhora claramente o condicionamento e a saúde, mas a ideia popular de que a "Zona 2" é uma intensidade especial e ideal para criar mitocôndrias e queimar gordura não tem respaldo.
- Yoga Evidência limitada
A maior parte da yoga é atividade de intensidade leve.