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Evidência limitadaVitaminas e minerais

Boro quelato (glicinato)

Mineral traço em forma quelada, vendido para ossos e hormônios. As alegações hormonais remontam a um único estudo pequeno em unidade metabólica com mulheres depletadas de boro; se repor boro ajuda alguém que come frutas e verduras normalmente é algo não comprovado.

Onde comprar

Ver na Shopee R$ 24,45 · preço de 07/10≈ R$ 0,41/dia na dose estudada (uma embalagem dura ~60 dias) Ver na iHerb Ver na Amazon

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O que a ciência diz

  • Efeitos sobre cálcio e níveis hormonais Evidência limitada

    Em um estudo em unidade metabólica com 12 mulheres na pós-menopausa que antes receberam uma dieta pobre em boro por 119 dias, 3 mg/dia de boro reduziram a perda urinária de cálcio e magnésio e elevaram o estradiol e a testosterona séricos. O efeito foi demonstrado contra uma depleção induzida, que não é a situação de quem compra o suplemento e se alimenta bem.

  • Saúde óssea Evidência limitada

    Uma revisão narrativa sobre boro e osso conclui que o boro influencia o metabolismo mineral e o desenvolvimento ósseo em estudos animais e humanos de curta duração, mas que a base de evidência em humanos é pequena e nenhum estudo mediu densidade óssea ou fraturas por um período relevante.

  • Testosterona e desempenho esportivo Evidência limitada

    Uma revisão sistemática sobre suplementação de minerais e oligoelementos no exercício não encontrou benefício confiável do boro em desempenho ou composição corporal em atletas. Não foi demonstrado que a forma quelada glicinato funcione de maneira diferente de outros sais de boro.

Dose e segurança

Dose estudada3 mg/dia é a quantidade usada no estudo clássico e a dose usual dos suplementos. A ingestão alimentar típica, vinda de frutas, verduras, castanhas e leguminosas, fica em torno de 1–2 mg/dia.
SegurançaO limite superior tolerável de ingestão para adultos é de 20 mg/dia; ingestões maiores causam náusea, vômito e diarreia, e o ácido bórico é tóxico em overdose. Como o boro eleva o estradiol e a testosterona circulantes em estudos de depleção, evite-o em condições sensíveis a hormônios e se você faz terapia hormonal sem conversar antes com seu médico. Evite na gravidez, na amamentação e em insuficiência renal, já que o boro é eliminado pelos rins.

Como tomar

HorárioO horário não importa.
Com comida?Com alimento, o que reduz a náusea observada em doses maiores.
Vale saber3 mg já é mais do que a maioria das dietas fornece e o limite superior é de 20 mg/dia, então produtos com doses maiores acrescentam risco sem qualquer evidência de benefício extra.

Interações

Com medicamentos

  • terapia com estrogênio e outros tratamentos hormonais

    O boro eleva o estradiol e a testosterona circulantes em estudos de depleção, o que pode somar-se à terapia hormonal. converse com seu médico antes de combinar

Somente interações bem estabelecidas — a lista não é completa. Informe sempre ao seu médico e farmacêutico o que você toma.

Perguntas frequentes

Boro aumenta a testosterona?

A evidência é limitada: num estudo com 12 mulheres na pós-menopausa previamente depletadas de boro, 3 mg/dia elevaram o estradiol e a testosterona, situação diferente de quem come frutas e verduras normalmente. Uma revisão em atletas não encontrou benefício confiável do boro em desempenho ou composição corporal.

Qual a dose de boro por dia?

3 mg/dia é a dose do estudo clássico e a usual dos suplementos de boro quelato, enquanto a dieta típica já fornece em torno de 1–2 mg/dia. O limite superior tolerável para adultos é 20 mg/dia, e doses maiores acrescentam risco sem evidência de benefício extra.

Boro glicinato é melhor que outras formas de boro?

Não foi demonstrado que o boro quelato na forma glicinato funcione de maneira diferente de outros sais de boro. A evidência para o boro em geral, para ossos ou hormônios, é limitada.

Boro faz mal?

Acima do limite de 20 mg/dia, o boro causa náusea, vômito e diarreia, e o ácido bórico é tóxico em overdose. Como o boro eleva estradiol e testosterona em estudos de depleção, evite-o em condições sensíveis a hormônios ou com terapia hormonal sem falar com seu médico, e também na gravidez, na amamentação e na insuficiência renal.

Referências científicas

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