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Evidência limitadaSaúde geral

Língua-de-vaca (Rumex crispus)

Raiz amarga usada tradicionalmente como laxante suave e como tônico para ferro. Contém antraquinonas que explicam de forma plausível o efeito laxante, mas nenhum ensaio em humanos foi publicado — e ela não vai fornecer ferro.

Evidência revisada em: agosto de 2026

O que a ciência diz

  • Ação laxante Evidência limitada

    Uma revisão abrangente sobre Rumex crispus documenta antraquinonas da mesma classe que faz o sene e o ruibarbo funcionarem, o que sustenta um efeito laxante estimulante plausível. Não existe ensaio clínico da língua-de-vaca como laxante.

  • Ela não trata deficiência de ferro Evidência limitada

    A raiz tem pouquíssimo ferro e é rica em oxalato, que se liga ao ferro em vez de entregá-lo. A associação tradicional é com o estímulo digestivo amargo, não com corrigir anemia, que exige diagnóstico e tratamento com sais de ferro.

  • O resto da atividade é pré-clínico Evidência limitada

    Estudos de laboratório relatam inibição da α-glicosidase e atividade anti-hiperglicemiante de extratos de Rumex crispus em modelos animais. É trabalho de estágio inicial, sem seguimento em humanos.

Dose e segurança

Dose estudadaNão há dose estudada. O uso tradicional é de 1–2 g da raiz seca em decocção, ou 1–2 mL de tintura, até três vezes ao dia, e ervas laxantes estimulantes não devem ser usadas de forma contínua por mais de cerca de uma semana.
SegurançaRica em oxalato: há casos relatados de intoxicação grave e fatal por oxalato após o consumo de grandes quantidades de folhas de Rumex, e é uma escolha ruim para quem tem histórico de cálculo renal de oxalato de cálcio ou doença renal. Como laxante antraquinônico, pode causar cólicas e, com uso crônico, perda de eletrólitos. Evite na gravidez, na amamentação e em obstrução intestinal.

Referências científicas

Onde comprar

Link de indicação — o site pode receber comissão pelas compras.

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