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Evidência limitadaSaúde intestinal

Pepsina

Protease do estômago geralmente vendida junto com betaína HCl para quem acredita ter pouca acidez estomacal. Não há ensaio controlado dessa combinação; a literatura em humanos se resume a um relato de caso e a um artigo propondo uma abordagem de tratamento.

Evidência revisada em: agosto de 2026

O que a ciência diz

  • Repor o ácido estomacal perdido Evidência limitada

    Um artigo que propõe uma abordagem para tratar a gastrite autoimune defende repor o ácido perdido, inclusive com cloridrato de betaína, ao mesmo tempo em que reconhece que a evidência clínica de apoio é muito frágil.

  • Evidência clínica direta Evidência limitada

    O único relato humano direto é um caso isolado descrevendo betaína HCl com pepsina em um paciente com câncer de esôfago. Um relato de caso não estabelece nem eficácia nem segurança.

  • Pouca acidez estomacal como problema comum Evidência limitada

    Acidez estomacal genuinamente baixa é incomum fora de condições específicas, como gastrite atrófica ou uso prolongado de inibidores de acidez. Nenhum ensaio mostrou que suplementos de pepsina ajudam numa má digestão comum.

Dose e segurança

Dose estudadaOs produtos costumam fornecer 200–650 mg de betaína HCl com 50–200 mg de pepsina por cápsula, tomados com refeições que contenham proteína. Não existe dose estudada.
SegurançaBetaína HCl com pepsina pode causar ardência e piorar gastrite, refluxo ou úlceras, e não deve ser combinada com anti-inflamatórios nem usada por quem tem histórico de úlcera. É obtida de estômago suíno. Refluxo e má digestão merecem um diagnóstico, e não automedicação com ácido adicional.

Referências científicas

Onde comprar

Link de indicação — o site pode receber comissão pelas compras.

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