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Evidência limitadaCérebro e cognição

Noz-de-cola

Semente da África Ocidental mastigada para dar disposição e que já foi usada para dar sabor aos refrigerantes de cola. O efeito estimulante vem da cafeína; praticamente não há ensaios modernos com a noz-de-cola em si para cognição.

Evidência revisada em: agosto de 2026

O que a ciência diz

  • Disposição vinda da cafeína Evidência limitada

    A noz-de-cola contém cerca de 1–3% de cafeína, além de teobromina, então qualquer efeito de alerta se deve a um estimulante já conhecido, e não a algo exclusivo da semente. Nenhum ensaio controlado mediu atenção ou memória após o consumo de noz-de-cola em humanos.

  • Efeitos cardiovasculares Evidência limitada

    Um estudo clínico observacional antigo relatou alterações de pressão arterial e frequência cardíaca após a ingestão de noz-de-cola, e um estudo clínico posterior em voluntários saudáveis examinou seu efeito sobre a repolarização cardíaca em conjunto com a halofantrina. Ambos são pequenos e voltados à segurança, não ao benefício.

Dose e segurança

Dose estudadaO uso tradicional é de 2–7 g da noz fresca ou seca mastigada ao longo do dia, o que fornece por volta de 40–200 mg de cafeína. O teor de cafeína dos extratos varia muito entre rótulos; nenhuma dose foi estudada para benefício cognitivo.
SegurançaOs efeitos são os da cafeína — insônia, ansiedade, palpitações, aumento da pressão — somados à irritação estomacal ligada aos taninos e ao escurecimento dos dentes. Um estudo clínico levantou a questão de efeitos aditivos sobre a repolarização cardíaca quando combinada a medicamentos que prolongam o intervalo QT, então evite associá-la a antimaláricos, alguns antibióticos e antipsicóticos sem orientação médica. A mastigação habitual foi associada, em pesquisas observacionais, a risco de câncer de boca e esôfago. Limite a cafeína na gravidez.

Referências científicas

Onde comprar

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