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Evidência limitadaSaúde geral

Buchu (Agathosma betulina)

Folha sul-africana usada há muito tempo para queixas urinárias. As revisões sobre ela não encontram praticamente nenhum ensaio clínico — e uma delas diz isso já no título.

Evidência revisada em: agosto de 2026

O que a ciência diz

  • Uso nas vias urinárias Evidência limitada

    Uma revisão que pergunta se o buchu foi injustamente esquecido ou é apenas subutilizado concluiu que sua reputação tradicional para queixas urinárias se apoia na química do óleo essencial e em trabalhos antimicrobianos in vitro esparsos, mas não em ensaios clínicos. Uma revisão etnofarmacológica anterior sobre Agathosma betulina e A. crenulata chegou à mesma conclusão.

  • Espécie e qualidade são um problema real Evidência limitada

    As duas espécies comerciais diferem bastante na composição — a A. crenulata tem muito mais pulegona — e as revisões apontam substituição frequente e perfis de óleo inconsistentes entre produtos. O que está no frasco não é, de forma confiável, o que diz o rótulo.

Dose e segurança

Dose estudadaNão existe dose baseada em ensaios. O uso tradicional é de 1–2 g da folha seca em infusão até três vezes ao dia; o óleo essencial não é para uso interno nas quantidades às vezes sugeridas na internet.
SegurançaO óleo de buchu contém pulegona, o mesmo componente hepatotóxico e abortivo encontrado no poejo, em níveis muito mais altos na A. crenulata. Evite na gravidez, na amamentação, em doença hepática e em doença renal, e não ingira o óleo concentrado. Infecção urinária exige diagnóstico adequado e antibiótico.

Referências científicas

Onde comprar

Link de indicação — o site pode receber comissão pelas compras.

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