Guia comparativo
Selênio ou selenometionina?
A selenometionina é a forma orgânica presente nos alimentos; os ensaios usaram essa forma, levedura enriquecida com selênio ou selenito de sódio, geralmente em 200 mcg/dia. A questão maior é se você precisa de algum: a maioria das dietas ocidentais já fornece 80–150 mcg/dia, contra uma ingestão diária recomendada de 55 mcg, e o limite superior é de apenas 400 mcg/dia.
As opções, comparadas
| Opção | Evidência | Melhor para | A nota honesta | |
|---|---|---|---|---|
| Selênio | Evidência limitada | Só para corrigir deficiência real | Grandes ensaios não encontraram prevenção de câncer e, em quem já tem níveis adequados, ele aumenta levemente o risco de diabetes tipo 2. A deficiência real se limita a regiões específicas com pouco selênio, à má absorção grave e à nutrição parenteral prolongada. | Ver |
| Selenometionina | Evidência moderada | Hashimoto, com orientação médica | A forma usada na maioria dos ensaios, incluindo o SELECT, que não encontrou prevenção de câncer. Reduz os anticorpos antitireoperoxidase no Hashimoto com certeza moderada, mas nenhum ensaio mostrou que isso melhore desfechos clínicos. | Ver |
Nosso veredito
Se você tem um motivo para suplementar, a selenometionina em 100–200 mcg/dia é a forma que a maioria dos ensaios usou. A maioria das pessoas com uma dieta ocidental normal deve dispensar o selênio por completo, e ninguém deve somá-lo a castanhas-do-pará ou a um multivitamínico que já o contenha, porque a margem entre o suficiente e o excesso é estreita.