Fator de transferência
Produtos derivados do colostro vendidos como mensageiros imunológicos, aproveitando o nome de um conceito imunológico dos anos 1950. A pesquisa original tratava de extratos de leucócitos injetados em imunodeficiências específicas, não de cápsulas de colostro bovino.
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O que a ciência diz
- O produto comercial não é a substância estudada Evidência limitada
Uma revisão que examinou os mitos e fatos em torno do fator de transferência concluiu que as moléculas ativas nunca foram devidamente caracterizadas e que as preparações comerciais modernas carecem de evidência controlada para os benefícios imunológicos genéricos anunciados nos rótulos.
- O uso clínico histórico era restrito e especializado Evidência limitada
Revisões sobre extratos dialisáveis de leucócitos descrevem o uso em condições específicas, como a candidíase mucocutânea crônica e certas imunodeficiências, por via injetável e sob supervisão médica. Essa literatura não sustenta um suplemento oral de colostro para a imunidade do dia a dia.
- Nenhum ensaio em adultos saudáveis Evidência limitada
Não existe ensaio clínico randomizado mostrando que suplementos orais de fator de transferência reduzam a frequência ou a duração de infecções comuns em pessoas saudáveis.
Dose e segurança
Como tomar
Interações
Com medicamentos
- imunossupressores e biológicos para doenças autoimunes
Vendido como modulador imunológico, portanto pode atrapalhar uma terapia que suprime a imunidade de propósito. não use sem a concordância do seu especialista
Somente interações bem estabelecidas — a lista não é completa. Informe sempre ao seu médico e farmacêutico o que você toma.
Perguntas frequentes
Fator de transferência funciona para imunidade?
Não há ensaio clínico randomizado mostrando que o fator de transferência oral reduza a frequência ou a duração de infecções em pessoas saudáveis (evidência limitada). As moléculas ativas nunca foram devidamente caracterizadas, e os produtos comerciais de colostro não são a substância das pesquisas originais.
O que é fator de transferência?
Os suplementos de fator de transferência são pós derivados do colostro bovino vendidos como mensageiros imunológicos. O nome vem de um conceito dos anos 1950 sobre extratos de leucócitos injetados, sob supervisão médica, em condições específicas como a candidíase mucocutânea crônica, e essa literatura não sustenta a cápsula oral para a imunidade do dia a dia.
Qual a dose de fator de transferência?
Não há dose estabelecida de fator de transferência; os rótulos costumam sugerir 200–600 mg por dia de pó derivado de colostro, em qualquer horário.
Quem tem alergia ao leite pode tomar fator de transferência?
Não: o fator de transferência é pó de colostro, inadequado para quem tem alergia ao leite e possivelmente problemático na intolerância grave à lactose, conforme o processamento. Evite também em doenças autoimunes e com imunossupressores sem a concordância do seu especialista.
Referências científicas
Relacionados em Imunidade
- Vitamina C Evidência limitada
- Zinco Evidência moderada
- Sabugueiro (Elderberry) Evidência limitada
- L-Lisina Evidência limitada
- Equinácea Evidência limitada
- Andrographis Evidência moderada