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Evidência limitadaImunidade

Fator de transferência

Produtos derivados do colostro vendidos como mensageiros imunológicos, aproveitando o nome de um conceito imunológico dos anos 1950. A pesquisa original tratava de extratos de leucócitos injetados em imunodeficiências específicas, não de cápsulas de colostro bovino.

Evidência revisada em: agosto de 2026

O que a ciência diz

  • O produto comercial não é a substância estudada Evidência limitada

    Uma revisão que examinou os mitos e fatos em torno do fator de transferência concluiu que as moléculas ativas nunca foram devidamente caracterizadas e que as preparações comerciais modernas carecem de evidência controlada para os benefícios imunológicos genéricos anunciados nos rótulos.

  • O uso clínico histórico era restrito e especializado Evidência limitada

    Revisões sobre extratos dialisáveis de leucócitos descrevem o uso em condições específicas, como a candidíase mucocutânea crônica e certas imunodeficiências, por via injetável e sob supervisão médica. Essa literatura não sustenta um suplemento oral de colostro para a imunidade do dia a dia.

  • Nenhum ensaio em adultos saudáveis Evidência limitada

    Não existe ensaio clínico randomizado mostrando que suplementos orais de fator de transferência reduzam a frequência ou a duração de infecções comuns em pessoas saudáveis.

Dose e segurança

Dose estudadaNão há dose estabelecida. Os rótulos costumam sugerir 200–600 mg por dia de pó derivado de colostro.
SegurançaDerivado de laticínio, portanto inadequado para quem tem alergia ao leite e possivelmente para quem tem intolerância grave à lactose, dependendo do processamento. A composição varia de forma imprevisível entre marcas. Evite em doenças autoimunes e durante terapia imunossupressora sem orientação médica; sem dados na gravidez.

Referências científicas

Onde comprar

Link de indicação — o site pode receber comissão pelas compras.

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