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Evidência limitadaArticulações e pele

Pepino-do-mar

Animal marinho rico em glicosaminoglicanos semelhantes à condroitina, vendido para dor nas articulações. A química é plausível, mas nenhum estudo controlado em humanos jamais o testou para articulações.

Evidência revisada em: agosto de 2026

O que a ciência diz

  • Dor articular e artrose Evidência limitada

    Não há nenhum estudo randomizado ou controlado em humanos com pepino-do-mar por via oral para artrose ou dor articular indexado no PubMed. A alegação se apoia apenas no fato de que a parede do corpo do animal contém sulfato de condroitina fucosilado.

  • Proteção da cartilagem em laboratório Evidência limitada

    Um estudo em cultura de células mostrou que um extrato aquoso de Stichopus chloronotus protegeu condrócitos humanos retirados de cartilagem com artrose. Cultura de condrócitos é um modelo de estágio muito inicial e não prevê benefício clínico.

  • Compostos anti-inflamatórios Evidência limitada

    Uma revisão de agentes anti-inflamatórios de origem marinha cataloga saponinas e glicosaminoglicanos derivados do pepino-do-mar entre os compostos candidatos. Eles continuam sendo pistas para descoberta de fármacos, não ingredientes validados de suplemento.

Dose e segurança

Dose estudadaNão há dose estudada. Os produtos costumam trazer 500–1.000 mg de pó seco de pepino-do-mar, uma ou duas vezes ao dia, sem dados de ensaios que sustentem isso.
SegurançaO pepino-do-mar é alimento em várias culinárias, mas é um invertebrado marinho e pode desencadear alergia em quem é sensível a frutos do mar. Seus glicosaminoglicanos têm atividade anticoagulante em laboratório, então é preciso cautela com varfarina ou outros anticoagulantes e antes de cirurgias. Produtos marinhos podem acumular metais pesados dependendo da origem.

Referências científicas

Onde comprar

Link de indicação — o site pode receber comissão pelas compras.

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