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Evidência limitadaSaúde intestinal

Anis (erva-doce, Pimpinella anisum)

Uma semente doce e carminativa. Um estudo bem conduzido com óleo de anis em cápsula gastrorresistente melhorou os sintomas da SII; fora isso, seu uso para má digestão e cólicas se apoia na tradição.

Evidência revisada em: agosto de 2026

O que a ciência diz

  • Óleo de anis para a SII Evidência limitada

    Um estudo clínico duplo-cego de três braços com cápsulas gastrorresistentes de óleo de anis relatou superioridade tanto sobre o placebo quanto sobre um comparador fitoterápico ativo nos sintomas da SII ao longo de quatro semanas. É um estudo único, de um só centro.

  • Reconhecido, mas não replicado, em revisão sistemática Evidência limitada

    Uma revisão sistemática de fitoterápicos ocidentais na SII listou o óleo de Pimpinella anisum entre as preparações que mostraram eficácia em um estudo rigorosamente desenhado, ressaltando que, fora hortelã-pimenta, babosa e assa-fétida, nenhum resultado positivo havia sido replicado.

Dose e segurança

Dose estudadaO estudo em SII usou 200 mg de óleo de anis em cápsula gastrorresistente três vezes ao dia por quatro semanas. Como chá, 1–3 g de semente triturada por xícara.
SegurançaSeguro como alimento. O anetol tem atividade fraca semelhante à do estrogênio, então tenha cautela em condições hormônio-sensíveis e evite o óleo concentrado na gestação. Vale lembrar que o anis-estrelado é uma planta sem parentesco e que o anis-estrelado japonês é neurotóxico — não substitua um pelo outro.

Referências científicas

Onde comprar

Link de indicação — o site pode receber comissão pelas compras.

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