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Evidência limitadaSaúde intestinal

Casca de noz-preta (black walnut)

Ingrediente tradicional de "limpezas antiparasitárias", em geral combinado com losna e cravo. Não há nenhum ensaio em humanos; o que existe é trabalho de laboratório e veterinário, e quase todo com a nogueira comum, não com a noz-preta.

Evidência revisada em: agosto de 2026

O que a ciência diz

  • Uso antiparasitário Evidência limitada

    A evidência mais próxima é um estudo veterinário em que um extrato etanólico de folha de Juglans regia matou o nematódeo de aves Ascaridia galli in vitro e nas próprias aves. Nada foi testado em humanos, e a casca de noz-preta especificamente nunca foi estudada.

  • Atividade antimicrobiana Evidência limitada

    Um estudo in vitro com a casca verde da noz de Juglans regia relatou atividade antibacteriana e de sequestro de radicais livres. Atividade numa placa de laboratório não prevê o que acontece no intestino humano.

Dose e segurança

Dose estudadaNão existe dose estudada. As tinturas costumam ser rotuladas em 0,5–2 mL até três vezes ao dia e as cápsulas em cerca de 500 mg, números que vêm da tradição.
SegurançaAs cascas contêm juglona, que mancha a pele e pode irritar o intestino; uso prolongado não é aconselhável. Evite totalmente em caso de alergia a castanhas e nozes, e na gravidez e na amamentação. Suspeita de infecção parasitária deve ser confirmada com exame de fezes e tratada com medicamentos comprovados.

Referências científicas

Onde comprar

Link de indicação — o site pode receber comissão pelas compras.

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