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Evidência limitadaLongevidade e antioxidantes

Extrato de agrião

Uma crucífera rica em feniletil isotiocianato, vendida para as vias de "detox". Dois estudos pequenos em humanos mostram mudanças em marcadores de dano ao DNA e de lipídios; nada disso estabelece um benefício clínico.

Evidência revisada em: agosto de 2026

O que a ciência diz

  • Marcadores de dano ao DNA Evidência limitada

    Um estudo randomizado cruzado com 60 adultos saudáveis mostrou que comer 85 g de agrião cru por dia durante oito semanas reduziu o dano ao DNA em linfócitos e alterou o estado antioxidante do sangue. Foi usado agrião inteiro como alimento, não um extrato concentrado, e o dano ao DNA em células sanguíneas é um marcador substituto.

  • Lipídios e estresse oxidativo Evidência limitada

    Um estudo randomizado, duplo-cego e controlado por placebo com extrato de agrião em pessoas com sobrepeso e deficiência física relatou mudanças no perfil lipídico e em marcadores de estresse oxidativo. O estudo foi pequeno, feito em uma população bem específica, e os resultados não foram replicados.

Dose e segurança

Dose estudadaO estudo sobre dano ao DNA usou 85 g/dia de agrião fresco. As cápsulas de extrato costumam fornecer 250–500 mg/dia padronizados por teor de glucosinolatos ou de PEITC, uma dose de rótulo sem respaldo em estudos.
SegurançaO agrião como alimento é seguro para a maioria das pessoas. Extratos concentrados podem irritar o estômago e, como outras crucíferas, contêm bociogênicos, que importam em consumo alto quando há deficiência de iodo. O agrião inibe a CYP2E1 e pode afetar o metabolismo de medicamentos, e seu alto teor de vitamina K interage com a varfarina. Agrião cru de origem silvestre pode carregar a fasciola hepática; use produto cultivado.

Referências científicas

Onde comprar

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