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Evidência limitadaControle de peso

Ashitaba

O ashitaba é uma erva japonesa cujas chalconas da seiva amarela (4-hidroxiderricina, xantoangelol) têm um único ensaio randomizado pequeno e positivo para gordura visceral. Um ensaio de 42 pessoas conduzido pela indústria não é um histórico, e o marketing genérico de "erva da longevidade" não tem nenhum apoio humano.

O que a ciência diz

  • Reduz a gordura visceral Evidência limitada

    Um ensaio de 12 semanas, randomizado, duplo-cego e controlado por placebo, com 42 adultos com sobrepeso (IMC de 25 a menos de 30), usou 16 mg/dia de chalcona de ashitaba (10,1 mg de 4-hidroxiderricina mais 5,9 mg de xantoangelol). A área de gordura visceral medida por tomografia foi significativamente menor que a do placebo às 12 semanas, e a circunferência da cintura tanto às 8 quanto às 12 semanas (p<0,05). A amostra era pequena, os tamanhos de efeito modestos, e o estudo foi conduzido pelo fornecedor do ingrediente — precisa de replicação independente antes de contar como estabelecido.

  • Prolonga a vida ou induz autofagia Evidência limitada

    A alegação de longevidade vem de um artigo de 2019 mostrando que o flavonoide DMC do ashitaba induz autofagia e prolonga a vida em leveduras, vermes e moscas, além de trabalhos em células. Nada em humanos testa longevidade, healthspan ou qualquer marcador de autofagia, e as doses usadas em organismos-modelo não se traduzem em uma cápsula.

  • Melhora a glicemia e os lipídios Evidência limitada

    Estudos em roedores relatam melhora da sensibilidade à insulina e do perfil lipídico com extratos ricos em chalconas, mas não há ensaio humano adequadamente controlado com desfechos primários glicêmicos ou lipídicos.

Dose e segurança

Dose estudadaO único ensaio humano positivo usou 16 mg/dia de chalcona de ashitaba padronizada por 12 semanas. Produtos com a folha inteira em pó costumam ser vendidos a 1-3 g/dia, contendo uma dose de chalconas não declarada e geralmente muito menor — folha em pó e extrato padronizado de chalconas não são intercambiáveis.
SegurançaAvaliações toxicológicas do extrato de chalcona de ashitaba não encontraram genotoxicidade e estabeleceram um nível alto sem efeito adverso observado em roedores; ensaios humanos com 16 mg/dia por 12 semanas não relataram eventos adversos notáveis. O ashitaba é uma Apiaceae que contém cumarinas e furanocumarinas, então fotossensibilidade e reatividade cruzada em pessoas alérgicas a aipo, cenoura ou angélica são plausíveis; a seiva pode irritar a pele. O teor de cumarinas levanta uma interação anticoagulante teórica — cautela com varfarina. Sem dados na gravidez, na amamentação ou em crianças, e sem dados humanos de segurança de longo prazo além de 12 semanas.

Referências científicas

Onde comprar

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