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Evidência limitadaLongevidade e antioxidantes

Palmitato de ascorbila

Éster lipossolúvel da vitamina C, usado principalmente como antioxidante em alimentos e cosméticos. Não há estudos em humanos mostrando que funciona melhor que a vitamina C comum quando ingerido.

Evidência revisada em: agosto de 2026

O que a ciência diz

  • Melhor entrega de vitamina C Evidência limitada

    A alegação de marketing é que a cauda de ácido graxo melhora a penetração nas membranas e prolonga a ação. A evidência em humanos é inexistente: o que existe publicado é ciência de formulação sobre nanossuspensões e sistemas de entrega, e o palmitato de ascorbila é em grande parte hidrolisado em ácido ascórbico e ácido palmítico no intestino, ou seja, o uso oral equivale a vitamina C comum.

  • Uso antioxidante e na pele Evidência limitada

    Revisões sobre antioxidantes lipofílicos descrevem o palmitato de ascorbila como um bom estabilizante de óleos e formulações, e os estudos de entrega cutânea se concentram em como fazer o suficiente chegar à pele. Nenhum ensaio clínico randomizado sustenta o palmitato de ascorbila oral para desfechos de pele ou antioxidantes.

Dose e segurança

Dose estudadaNão há dose oral estudada. Os produtos costumam trazer 250–1.000 mg/dia; não há motivo para esperar mais benefício do que a quantidade equivalente de ácido ascórbico. Os séruns tópicos costumam usar 0,5–3%.
SegurançaConsiderado seguro como aditivo alimentar e em geral bem tolerado. Ingestões orais altas de vitamina C causam diarreia e aumentam a excreção de oxalato, o que importa para quem tem tendência a cálculos renais. O palmitato de ascorbila pode irritar a pele em concentrações mais altas e oxida com facilidade.

Referências científicas

Onde comprar

Link de indicação — o site pode receber comissão pelas compras.

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